segunda-feira, 27 de junho de 2011

O gnosticismo e Judas com seu beijinho peverso.

O Envangelho de Judas
Novidade Ou um Velho Conhecido

“Falava ele ainda, quando chegou uma multidão; e um dos doze, o chamado Judas, que vinha à frente deles, aproximou-se de Jesus para o beijar. Jesus, porém, lhe disse: Judas, com um beijo trais o Filho do homem?” (Lucas 22.47-48).

         Abro os meus emails quase todas as noites. De vez em quando aparece uma novidade, mas via de regra é uma mesmice: mensagens propondo dietas de emagrecimento enquanto dorme, críticas ácidas dos leitores dos meus últimos artigos, notícias de mais uma explosão provocada por terroristas muçulmanos, propaganda de candidatos evangélicos (peço a Deus jamais ter de votar neles), ofertas de relógios e terrenos que não quero comprar e de viagens que não pretendo realizar. Mas, há algumas exceções sazonais, como alguns emails do mês de maio de 2006 que“credenciavam” o recém-traduzido “Evangelho de Judas”.
         Não iria escrever sobre o “beijo” de Judas, no entanto, alguns desses emails efêmeros me forçaram a fazê-lo.
         Naquela noite, do lado de fora dos muros de Jerusalém, poucas pessoas testemunharam aquela cena tão rápida, de poucos segundos e de um significado tão cruel. Deveria ter sido um beijo fraternal ou um ósculo santo, mas não foi. Deveria ter sido um beijo saudoso e respeitoso entre dois amigos, no entanto, também não foi.
         Aquele que tornou-se o beijo mais famoso do mundo foi um beijo covarde, o beijo da entrega, da traição, da falsidade, da vileza, do cinismo, do dedo-duro, do alcagüete e da safadice. Oriundo de um impostor, embusteiro, hipócrita e fingido. O beijo de Judas Iscariotes foi como um farrapo que se prende ao anzol para tentar pegar o peixe grande; era o sinal combinado para os soldados romanos darem o bote sobre Jesus.
         Essa é uma narrativa verídica de uma história antiga e mundialmente conhecida: o beijo de Judas identificou quem era Jesus para os soldados romanos.
         O pouco que os Evangelhos bíblicos nos dizem sobre Judas é bastante deplorável. Esse senhor tinha um discurso a favor dos menos favorecidos mas, na verdade, não tinha cuidado com os pobres. Tinha uma bolsa que deveria guardar o dinheiro do grupo dos apóstolos, mas era ladrão e tirava o que era colocado nela (João 12.1-6). O Evangelho de Lucas narra que “Satanás entrou em Judas”(Lucas 22.3) e ele traiu o Cristo. Entregou Jesus por trinta moedas de prata (Mateus 26.14-16) e“melhor lhe fora não haver nascido!” (Mateus 26:24). Após trair Jesus, teve remorso (Mateus 27.3), devolveu as trinta moedas de prata, mas não se arrependeu.
         Resumindo, nos textos bíblicos esse sujeito é descrito como o quase-Satanás. Essa é a história conhecida por todos. Ou, pelo menos era até surgir a recente tradução do “Evangelho de Judas”. Então, esse personagem passou de vilão a herói, de bandido a mocinho e de cabra-safado a bom-moço. Seria essa visão gnóstica novidade para nós cristãos? Ou apenas feijão requentado?
O Que é o Gnosticismo?
         O gnosticismo é um movimento místico-cristão que surgiu paralelamente com a igreja primitiva.
         Gnosticismo vem da palavra grega “gnose” (conhecimento), não, porém, no sentido comum de conhecimento racional. Os gnósticos usam o termo para um conhecimento interior, um aprendizado intuitivo, uma percepção de si mesmo que os conduz à descoberta de que “eles próprios são deuses”. Muito interessante é que a principal doutrina esotérica do multifacetado Movimento da Nova Era é a da “deidade interior”.
         No segundo e terceiro séculos, os pais da igreja cristã criticaram e repugnaram com veemência os ditos “evangelhos gnósticos”. No entanto, mais de 1500 anos passaram-se para que esses evangelhos se tornassem mundialmente conhecidos. Sua descoberta arqueológica foi em dezembro de 1945, nas imediações de Nag Hammadi, no Alto Egito, por um camponês árabe chamado Muhamed Ali al-Salmman. Dentro de um pote de cerâmica vermelha, Muhamed encontrou treze livros de papiro encardenados em couro contendo 52 textos (o “Evangelho de Judas” não estava entre eles) escritos numa antiga língua egípcia chamada copta.
Os Evangelhos Gnósticos – Cristianismo às Avessas
         As doutrinas gnósticas trazem uma inversão do cristianismo, onde os heróis bíblicos são os vilões e onde os maus são os bons. Vejamos:


·         Sobre o Deus do Velho Testamento:
        Segundo o Evangelho dos Egípcios (um texto gnóstico), o Deus do Velho Testamento é chamado de Sakla (que em hebraico significa “louco”, um nome depreciativo para Yahweh). Sakla se une com o demônio Nebruel e produz espíritos assistentes, dois dos quais são Adonais e Saboth. Também chamam o Deus do Velho Testamento de Demiurgo (no grego), de Primeiro Arconte e de Ialdabaoth.
         Para os gnósticos, Deus é um tirano, ciumento, tolo, ignorante, mau, que tentou escravizar Adão e Eva no Jardim do Éden. As ações do Deus do cristianismo são motivos de zombaria e boas risadas, especialmente quando Ele diz: “eu sou Deus e não há outro” (Isaías 45.21-22)!


·         Sobre a Serpente:
        Segundo os textos gnósticos, a serpente é boa e não mente. A serpente é a representante da árvore do conhecimento do bem e do mal. Ela é a libertadora da raça humana, a começar pela heroína Eva, que teve a coragem de comer o fruto que o tirano Deus tinha proibido de ingerir. A serpente e Eva heroicamente se opuseram ao Deus vilão, e assim por diante... todos os homens fiéis ao Deus do cristianismo são considerados ignorantes e todos aqueles que se rebelam contra o Deus do cristianismo são sábios.
O Texto Recém-Traduzido do Evangelho de Judas
         O texto recém-traduzido do “Evangelho de Judas” é uma cópia do original produzida no Egito provavelmente durante o quarto século.
         Embora não faça parte dos 52 textos dos “Evangelhos Gnósticos” de Nag Hammadi, o“Evangelho de Judas” também segue a mesma cartilha gnóstica. Sua descoberta arqueológica ocorreu em 1978 em um vilarejo ao sul da cidade do Cairo, quando um lavrador em busca de relíquias encontrou uma caixa de pedra contendo no seu interior esse manuscrito encadernado em couro. O “Evangelho de Judas” é composto de treze folhas de papiro escritas dos dois lados em língua copta.
         Após a sua descoberta, o “Evangelho de Judas” chegou a ser vendido duas vezes no mercado negro e roubado uma vez. Hoje o texto está em mãos de Frieda Tchacos, uma suíça negociante de artes, que adquiriu o livro no câmbio negro através de um negociante egípcio. Tchacos cedeu os papiros à fundação Maecenas, criada por seu advogado. A fundação Maecenas conseguiu restaurar 85% do texto original, os outros 15% foram perdidos para sempre.
         A National Geographic Society comprou os direitos de divulgação do texto escrito e do documentário em DVD. Então, está na hora de respondermos à seguinte pergunta: O que nos relata o texto do tão badalado “Evangelho de Judas” restaurado?
Eis alguns trechos do dito evangelho contidos no DVD da National Geographic:

“Este é o relato da revelação que Jesus fez a Judas três dias antes de ter celebrado a Páscoa”
Jesus ri quando os apóstolos oram agradecendo a Deus pelo pão, os apóstolos não entendem e ficam zangados. Jesus acha engraçado a ingenuidade dos apóstolos em estarem orando a um Deus transcendente em vez de orarem ao deus interior. A propósito, Jesus ri muito no “Evangelho de Judas”.

Jesus diz para Judas:


“Afasta-se dos outros apóstolos e contar-te-ei os mistérios do reino. Um espaço imenso e sem fronteiras que nem a vista dos anjos alcança e que nenhum coração conseguirá entender. Um reino sem nome”.

        Leia agora um suposto diálogo entre Judas e Jesus, contido nesse evangelho:

        Judas: “Mestre, numa visão vi-me apedrejado até a morte pelos discípulos”.
        Jesus: “Tu serás o apóstolo maldito entre os demais. É possível que alcances o Reino dos Céus, mas sofrerás muito”.
        Judas: “Mas que bem me fará isso?”
        Jesus: “O brilho da tua estrela encobrirá as outras. Serás maior do que todos eles. Judas, tu sacrificarás o Homem que vive em mim. Judas, a estrela que indica o caminho é a tua”.

         Um comentarista então interpreta o sentimento de Judas, após ouvir essas últimas palavras de Jesus:

“Então Judas entende que a sua missão é trair Jesus, porém ele não faz uma coisa ruim. Na verdade, é um bom ato de sacrifício, como um ato de adoração, uma coisa boa, uma coisa sagrada”.
Jesus, após ter sido beijado por Judas, cochicha no ouvido do apóstolo: “Amigo, faz o que vieste fazer”.

         O “Evangelho de Judas” termina abruptamente com a traição de Judas. Omite a crucificação e a ressurreição de Cristo porque, para os gnósticos, a Sua morte e ressurreição não são o que realmente importa. O que interessa para eles é que o corpo vai morrer e o espírito vai continuar e Jesus tinha que se libertar da prisão que era o Seu corpo.
Irineu Atacou o “Evangelho de Judas”
         O texto original do “Evangelho de Judas” foi escrito em grego e já era conhecido dos pais da igreja durante o segundo século.
         Na década de 180, Irineu, o bispo de Lyon, na França, escreveu um livro em cinco volumes intitulado Destruição e Ruína Daquilo que Falsamente se Chama Conhecimento, alusão direta à sabedoria esotérica propagada pelos gnósticos. A obra tornou-se conhecida apenas como Contra os Hereges. Irineu chamou os gnósticos de “caimitas” (isto é, defensores de Caim) e de “agentes de Satã”.
         Sobre os escritos do “Evangelho de Judas”, Irineu sentenciou:

“defendem Judas, o traidor, dizendo que ele é admirável e grande, devido às vantagens que ajudou a conferir à humanidade. Mas Deus preparou o fogo eterno para todo tipo de heresia”.

Os Dois Níveis de Fraude do Evangelho de Judas
         Peter Jones, teólogo e apologista cristão, conclui assim o seu artigo intitulado “Pop Gnosticismo: Dan Brown, Hollywood e O Evangelho de Judas”:
“O Evangelho de Judas envolve dois níveis de fraudes:
        Nível Um: Um editorial do Los Angeles Times (15 de abril de 2006) explicou que Frieda Nussberger-Tchacos, a negociante de antigüidades suíça que entregou o recentemente descoberto Evangelho de Judas para a National Geographic é uma saqueadora condenada. Tchacos se auto-apresenta numa prosa semi-angelical como ‘escolhida por Judas para reabilitá-lo’. Judas sem dúvida reabilitou-a, ao som [do tilintar] de 1,5 milhão de dólares. O Times revela com ironia deliciosa que, para evitar a prisão, essa criminosa (que indubitavelmente quebrou a lei trazendo o livro de Judas para fora do Egito), em um estilo bem típico de Judas, traiu o colega Marion True, ex-diretor do Museu J. Paul Getty, que agora está sendo julgado por traficar obras de arte saqueadas. Graceja o Times: “...algumas coisas não mudam – exceto pela inflação. Antigamente eram trinta moedas de prata, hoje são 1,5 milhão de dólares: tudo continua girando em torno do dinheiro’. Há ainda mais uma ironia: esse ‘novo’ evangelho tem academicamente o nome de ‘códice Tchacos’!”
         Nível Dois: Com toda a vulgaridade cercando sua publicação, Judas tornou-se um ‘evangelho’ antigo e genuíno, escrito em folhas de papiros datadas do quarto século. O segundo nível de fraude é ideológico. A mídia consulta primeiro os liberais, que ‘moldam e armam o assunto’ de modo a justificar suas próprias erudições e práticas religiosas. Elaine Pagels, reabilitadora dos evangelhos gnósticos desde a década de 70, declara que esse novo ‘evangelho’ ‘explodiu o mito de uma religião monolítica, mostrando quão diversificado e fascinante era o movimento cristão no início’. Bart Ehrman chama [o Evangelho de] Judas de ‘maior achado da antiguidade cristã’. Seus tradutores oficiais argumentam que Judas demonstra ‘a rica diversidade de perspectivas dentro do cristianismo antigo... durante o seu próprio período de formação’. Eles desmentem os pais da igreja do segundo século (que denunciaram o erro gnóstico), como ‘caçadores de heresias’, deixando a impressão de que tudo o que diz respeito a Jesus e à fé cristã está disponível para ser devorado pelas suas garras.
         Nada tem mudado. Temos conhecimento dessa diversidade do segundo século há 1800 anos. O ‘mito da religião monolítica’ é um homem de palha moderno. A igreja do século XX não foi surpreendida em 1945, quando 52 textos gnósticos foram encontrados em Nag Hammadi, Egito. Judas não é ‘explosivo’. Apenas eleva a conta para 53 textos.
         Judas contém todas as noções típicas (e radicais) do Gnosticismo Seteriano [a] do segundo século. O Deus Criador é um demônio mau. Os réprobos da história do Velho Testamento – Caim, Esaú, Coré e os sodomitas – são os heróis verdadeiros. Adão, Abraão, Isaque, Jacó e os profetas são ‘uma estirpe para rir-se deles’. Obviamente, Judas encaixa-se no protótipo dos heróis. Em Judas, Jesus ri o tempo todo. No The Second Treatise of The Great Seth (O Segundo Tratado do Grande Sete), um documento gnóstico de Nag Hammadi, Sete/Cristo ri de Deus, quando o mesmo diz: ‘Eu sou Deus e não há outro além de mim’, e também da ignorância daqueles que pensavam que estavam crucificando Cristo (uma vez que foi Simão, o cirineu, que foi crucificado). Sete/Cristo sabe que Deus é tolo e que por trás dele tem o Grande Espírito. Em um outro texto gnóstico, The Hypostasis of The Archons, a deusa gnóstica lança Jeová no inferno!
         É uma fraude teológica sugerir que esses textos gnósticos testemunham a diversidade cristã ou introduzem ‘perspectivas’ diferentes. Os antigos “evangelhos” gnósticos e os evangelhos tradicionais bíblicos do primeiro século representam duas religiões mutualmente incompatíveis, no entanto, superficialmente semelhantes apenas no uso em comum de certas terminologias cristãs. É uma fraude sugerir, como faz Pagels, que essa bem conhecida “diversidade” do segundo século (que os pais da igreja chamavam de apostasia) era típica da cristandade do primeiro século, e que Jesus muito provavelmente tenha sido um gnóstico. Pagels insinua que os crentes cristãos no início do “período formativo” da igreja não podiam decidir entre essas duas versões da cristandade (versões tão diferentes quanto ateísmo e teísmo) que lutavam entre si para serem aceitas. Pagels nos pede para aplicar a “hermenêutica da suspeita” pós-moderna à versão bíblica tradicional. Ela assegura que a versão tradicional foi imposta sobre o mundo no terceiro e quarto séculos pelos vencedores eclesiásticos com fome de poder.
         Talvez devamos aplicar a “hermenêutica da suspeita” nos eruditos como Bart Ehrman e Elaine Pagels. Ambos eram outrora cristãos evangélicos, que, favorecendo os seus próprios relativismos espirituais e teológicos, precipitaram-se sobre esses textos recém-achados para moldarem o assunto, agarraram-se às manchetes e produziram um relato ridículo acerca do início do cristianismo. Estão nos solicitando que acreditemos que um dos mais bem-sucedidos movimentos religiosos da história da humanidade iniciou-se de uma confusão radical e das incertezas de mentes enlameadas. Evangelhos, como Judas, são apenas “evangelho” para eruditos como Pagels, uma vez que tamanha confusão significa que os ‘cristãos’ de hoje podem acreditar em qualquer coisa que queiram acreditar – com uma consciência limpa. A própria Elaine Pagels escolhe acreditar em uma mistura de cristianismo com budismo e ainda admite que sente uma atração estranha pelo gnosticismo.
         No entanto, essa “nova abordagem” sobre o cristianismo, popularizada por Dan Brown em seu bem-sucedido romance O Código da Vinci, e no filme homônimo, não são novidade alguma para aqueles que querem um relato histórico aceitável das origens da fé cristã e da pessoa de Jesus.
Por Que Não Damos Crédito aos Evangelhos Gnósticos?
         Os pais da igreja cristã no segundo e terceiro séculos fizeram muito bem em reprovar os escritos gnósticos. Erwin Lutzer é um conhecido apologista cristão da atualidade e nos dá três razões para não aceitarmos os escritos gnósticos:
Primeira razão: Autoria espúria!
         “Para começo de conversa, nem mesmo o pesquisador mais radicalmente liberal acredita com seriedade que o Evangelho de Tomé tenha sido escrito pelo Tomé do Novo Testamento, ou que o Evangelho de Felipe tenha sido escrito pelo Filipe do Novo Testamento. Pode-se afirmar o mesmo dos outros evangelhos gnósticos que ostentam o nome de apóstolos. Como poderemos ver, as datas dos documentos e os locais em que foram escritos demonstram terem sido não mais que meramente atribuídos aos apóstolos. Isso tinha por finalidade emprestar-lhe credibilidade, dando assim a impressão de serem uma versão remota do cristianismo.
         A igreja primitiva rejeitava completamente qualquer livro escrito sob pseudônimo, ou seja, por alguém usando o nome de um apóstolo a fim de ganhar credibilidade. O apóstolo Paulo, já a par desses escritos em sua época, escreveu:

“Irmãos, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, rogamos a vocês que não se deixem abalar nem alarmar tão facilmente, quer por profecia, quer por palavra, quer por carta supostamente vinda de nós, como se o dia do Senhor já tivesse chegado” (2 Ts 2.1-2, NVI).

        Os hereges, já naquela época, escreviam cartas usando o nome de Paulo. Tais fraudes não condizem com a inspiração divina creditada aos documentos do Novo Testamento”.
Segunda razão: As datas tardias dos livros!
         “Esses textos gnósticos não foram escritos por testemunhas oculares dos fatos do Novo Testamento. Mesmo estudiosos que preferem atribuir credibilidade a esses documentos afirmam que a data mais antiga não se situa antes de 150 d.C. São pelo menos cem anos ou, mais provavelmente, 150 anos após a época da crucificação de Jesus. [...] outros textos têm sido atribuídos aos séculos IV, V ou mesmo VI – muitas centenas de anos depois dos dias de Jesus”.
Terceira razão: O conteúdo dos livros não tem confirmação histórica e geográfica!
         “Se você ler os evangelhos gnósticos, não ficará impressionado com semelhanças entre eles e o Novo Testamento, mas, sim, com as mais incríveis discrepâncias. Esses evangelhos não são apenas desprovidos de conteúdo histórico, mas chegam a ser anti-históricos. Contêm pouco conteúdo narrativo e nenhum senso cronológico. Não demonstram interesse algum em pesquisa, geografia ou contexto histórico. Não trazem nenhuma pretensão de estar em harmonia com os outros evangelhos canônicos. Apresentam algumas citações e alusões ao Jesus do Novo Testamento, juntamente com muitas frases absurdas atribuídas a ele”.
         “Os evangelhos gnósticos contêm conceitos especulativos. A maioria poderia ter sido elaborada a despeito da vinda de Jesus Cristo. Muitas das citações presentes no Evangelho de Tomé, por exemplo, poderiam ter sido proferidas por qualquer líder religioso ou pretenso profeta. Os gnósticos, no entanto, a fim de autenticar suas especulações, procuravam vincular suas doutrinas a Jesus e aos apóstolos. Em conseqüência, aproveitavam-se de algumas palavras de Jesus, mas desprezavam completamente sua obra de redenção. O que importavam eram as idéias, não os acontecimentos.
         Longe de ser uma versão autêntica do cristianismo, o gnosticismo era um parasita que tentava vincular seus conceitos platônicos ao incipiente e popular movimento cristão. Temos todos os motivos para crer que a igreja primitiva estava correta em insistir que o gnosticismo era uma corrupção da verdade original, e não uma fonte legítima e imparcial de informações sobre Jesus e a fé cristã. A concepção atual de que os gnósticos foram vítimas do cristianismo, sendo então absorvidos por uma igreja ávida por poder, é simplesmente mentirosa”.
         Imagine se os nossos Evangelhos neotestamentários fossem acusados de autorias espúrias, datas tardias, sem testemunhas oculares e de serem um ajuntamento de ditos sem consistência, sem confirmação histórica e geográfica? Os gnósticos, com certeza, e cobertos de razão, cairiam matando a pauladas a Bíblia Sagrada.
Conclusão: Ô Beijinho... Ô Beijinho...

“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Isaías 5.20).

         Forças anticristãs sempre seguiram as pegadas terrenas da Igreja de Cristo, mas, à medida que nos aproximamos do nosso Arrebatamento, esses ataques passam a ser mais virulentos.
          Querem nos convencer que o ‘Evangelho de Judas’ nos traz novidades, quando, na verdade, é roupa velha, desbotada, apertada e cheirando a naftalina
         Os ditos “Evangelhos Gnósticos” são um revisionismo bíblico diametralmente oposto ao cristianismo, uma tentativa de desmantelar o cânon e a ortodoxia bíblica. Sempre foi assim e assim será: os gnósticos, já que não conseguem silenciar a Bíblia, deturpam-na! Para mim, o beijo de Judas Iscariotes continua safado e o seu suposto “evangelho” não passa de versos satânicos.
         Bem, já é tarde da noite e está na hora de checar os meus emails... dietas, macetes, críticas, terroristas, candidatos, relógios, terrenos, viagens... tudo voltou à normalidade.
Ciente de que o “Evangelho de Judas” não passa de mais uma armação gnóstica e de fruta podre de final de feira,

“Em paz também me deitarei e dormirei, porque só Tu Senhor, me fazes repousar em segurança” (Salmo 4.8). Amém!


Autor: Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Como os Apóstolos morreram.


Apóstolos de Jesus Cristo. Mártires


ANDRÉ

         Foi discípulo de João Batista, de quem ouviu a seguinte afirmação sobre Jesus: “Eis aqui o Cordeiro de Deus”.
         André comunicou as boas notícias ao seu irmão Simão Pedro:
“Achamos o Messias” (João 1.35-42; Mateus 10.2).
         O lugar do seu martírio foi em Acaia (província romana que, com a Macedônia, formava a Grécia). Diz a tradição que ele foi amarrado a uma cruz em forma de x (não foi pregado) para que seu sofrimento se prolongasse.

BARTOLOMEU

         Tem sido identificado com Natanael. Natural de Caná de Galiléia. Recebeu de Jesus uma palavra edificante: “Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo” (Mateus 10.3; João 1.45-47) Exerceu seu ministério na Anatólia, Etiópia, Armênia, Índia e Mesopotâmia, pregando e ensinando. Foi esfolado vivo e crucificado de cabeça para baixo. Outros dizem que teria sido golpeado até a morte.

FILIPE

         Natural de Betsaida, cidade de André e Pedro. Um dos primeiros a ser chamado por Jesus, a quem trouxe seu amigo Natanael (João 1.43-46). Diz-se que pregou na Frigia e morreu como mártir em Hierápolis.

JOÃO

         O apóstolo que recebeu de Jesus a missão de cuidar de Maria. “O discípulo que Jesus amava” (João 13.23). Pescador, filho de Zebedeu (Mateus 4.21) o único que permaneceu perto da cruz (João 19.26-27). O primeiro a crer na ressurreição de Cristo (João 20.1-10). A tradição relata que João residiu na região de Éfeso, onde fundou várias igrejas. Na ilha de Patmos, no mar Egeu, para onde foi desterrado, teve as visões referidas no Apocalipse (Apocalipse 1.9). Após sua libertação teria retornado a Éfeso. Teve morte natural com idade de 100 anos.

JUDAS TADEU

         Foi quem, na última ceia, perguntou a Jesus: "Senhor, por que te manifestarás a nós e não ao mundo?" (João 14:22-23). Nada se sabe da vida de Judas Tadeu depois da ascensão de Jesus. Diz a tradição que pregou o Evangelho na Mesopotâmia, Edessa, Arábia, Síria e também na Pérsia, onde foi martirizado juntamente com Simão, o Zelote.

JUDAS ISCARIOTES

         Filho de Simão, traiu a Jesus por trinta peças de prata, enforcando-se em seguida.(Mateus 26:14-16; 27:3-5).

MATEUS

         Filho de Alfeu, e também chamado de Levi. Cobrador de impostos nos domínios de Herodes Antipas, em Cafarnaum (Marcos 2.14; Mateus 9.9-13; 10.3; Atos 1.13). Percorreu a Judéia, Etiópia e Pérsia, pregando e ensinando. Há várias versões sobre a sua morte. Teria morrido como mártir na Etiópia.

MATIAS

         Escolhido para substituir Judas Iscariotes (Atos 1.15-26). Diz-se que exerceu seu ministério na Judéia e Macedônia. Teria sido martirizado na Etiópia.

PAULO

         Israelita da tribo de Benjamim (Filipenses 3.5). Natural de Tarso, na Cilícia (hoje Turquia). Nome romano de Saulo, o Apóstolo dos Gentios. De perseguidor de cristãos, passou a pregador do evangelho e perseguido. Realizou três grandes viagens missionárias e fundou várias igrejas. Segundo a tradição, decapitado em Roma, nos tempos de Nero, no ano 67 ou 70 (Atos 8.3; 13.9; 23.6; 13-20).

PEDRO

         Pescador, natural de Betsaida. Confessou que Jesus era “o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16.16). Foi testemunha da Transfiguração (Mateus 17.1-4).
         Seu primeiro sermão foi no dia de Pentecostes. Segunda a tradição, sua crucifixão verificou-se entre os anos 64 e 67, em Roma, por ordem de Nero.
         Pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por achar-se indigno de morrer na mesma posição de Cristo.

SIMÃO, o Zelote

         Dos seus atos como apóstolo nada se sabe. Está incluído na lista dos doze, em Mateus 10.4, Marcos 3.18, Lucas 6.15 e Atos 1.13. Julga-se que morreu crucificado.

TIAGO, O MAIOR

         Filho de Zebedeu, irmão do também apóstolo João. Natural de Betsaida da Galiléia, pescador (Mateus 4.21; 10.2). Por ordem de Herodes Agripa, foi preso e decapitado em Jerusalém, entre os anos 42 e 44.

TIAGO, O MENOR

         Filho de Alfeu (Mateus 10.3). Missionário na Palestina e no Egito. Segundo a tradição, martirizado provavelmente no ano 62.

TOMÉ

         Só acreditou na ressurreição de Jesus depois que viu as marcas da crucificação (João 20.25). Segundo a tradição, sua obra de evangelização se estendeu à Pérsia (Pártia) e Índia. Consta que seu martírio se deu por ordem do rei de Milapura, na cidade indiana de Madras, no ano 53 da era cristã.

Profecia de Smith Wigglesworth em 1947




Profecia de Smith Wigglesworth em 1947Smith Wigglesworth

Durante as próximas décadas haverá dois movimentos distintos do Espírito Santo através dos fieis. O primeiro mover afetará todas as igrejas que estiverem abertas para receber e será caracterizado pela restauração do batismo e de dons do Espírito Santo. O segundo mover do Espírito Santo resultará em pessoas deixando igrejas históricas e plantando novas igrejas que se diferenciam do natural.

Na duração de cada mover, as pessoas que estiverem envolvidas dirão: "Este é o grande avivamento". Mas o Senhor diz: "Não, nenhum destes é o grande avivamento, mas ambos são passos para isso".

Quando a fase da nova igreja, com movimentos, estiver terminando, terá sido evidenciada nas igrejas algo que nunca foi visto antes, uma união entre aqueles com ênfase na Palavra e aqueles com ênfase no Espírito. Quando a Palavra e o Espírito vierem juntos, haverá o maior mover do Espírito Santo que as nações e o mundo jamais viram. Isto marcará o começo de um Grande Avivamento que ofuscará qualquer coisa que tem sido testemunhado até então, mesmo o avivamento comentado dos anos passados. O derramar do Espírito de Deus fluirá nos quatro cantos da Terra, e então poderá se dizer que é o Fim.




supertições no Brasil


Superstição e Crendices – Você Acredita Nisso?



O Que é Superstição?

         Do latim. superstitione. O Dicionário Aurélio define superstição da seguinte maneira:
  • Sentimento religioso baseado no temor ou na ignorância, e que induz ao conhecimento de falsos deveres, ao receio de coisas fantásticas e à confiança em coisas ineficazes; crendice.
  • Crença em presságios tirados de fatos puramente fortuitos.
  • Apego exagerado e/ou infundado a qualquer coisa:

        O Brasil, devido a mistura de raças (o índio, o negro e o europeu) é um campo fértil para as mais variadas e aberrantes superstições. A religião que deveria ser a sanadora deste problema, na verdade é a que mais o formenta. A religião indígena animista, o espiritismo africano misturado com práticas supersticiosas católicas, formaram e moldaram durante estes 500 anos as crendices do povo brasileiro.

Você Acredita Nisso?

         Não se sabe ao certo a origem exata de como a superstição começou influenciar na vida do homem. Mas com certeza essas práticas que existem hoje tem sua origem nas antiqüíssimas religiões da Assíria, Babilônia, Egito, Grécia e Roma. São resquícios de práticas idólatras já há muito tempo condenadas pela Bíblia. O homem apartado de seu criador procura subjugar o reino das trevas através de amuletos, encantamentos, rezas portáteis e esconjuros aos quais atribuem poderes mágicos. Veja por exemplo, o ritual católico de exorcismo, mais se assemelha a rituais pagãos do que ao ensino Bíblico sobre expelir demônios. O universo das crendices é deveras enorme. Existem superstições para todas as ocasiões e pessoas. Há aquelas que são ligadas a avisos tais como:
  • Borboletas negras = sinal de morte.
  • Caiu um talher = visitas chegando.
  • Viajar com padres = desgraça na certa
  • Vestir roupa ao avesso = recebimento de dinheiro.
  • Sentir a orelha quente = alguém está falando da pessoa.
  • Morto de olho aberto = haverá outro morto.

        
Ainda temos: colocar vassoura virada atrás da porta faz a visita ir embora, passar debaixo de escadas traz azar, dormir com os pés voltados para a porta traz a morte.
         Tem ainda as superstições ligadas à medicina natural como simpatias para curar bronquite úlcera, dores e inflamações. Por exemplo: banhar os olhos em urina de recém nascido do sexo masculino cura conjuntivite; passar no pescoço o sangue de galinha preta cura inflamação na garganta; comer formigas para recuperar a visão; a mulher deve beber um copo de água em que o marido tenha lavado o rosto para evitar aborto.

Origem de Algumas Superstições

  • Por que a sexta feira 13 é considerada o dia do azar?      
      Tudo indica que essa crendice vem de duas lendas da mitologia nórdica. De acordo com a primeira delas, houve, no Valhalla – a morada celestial das divindades –, um banquete para 12 convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga em que morreu Balder, o favorito dos deuses. Instituiu-se, então, a superstição de que convidar 13 pessoas para jantar era desgraça na certa e esse número ficou marcado como símbolo do azar. A segunda lenda é protagonizada pela deusa do amor e da beleza, friga, cujo nome deu origem às palavras friadagr e Friday, “sexta-feira” em escandinavo e inglês. Quando as tribos nórdicas se converteram ao cristianismo, a personagem foi transformada em uma bruxa exilada no alto de uma montanha. Para se vingar, Friga passou a reunir-se, todas as sextas feiras, com outras 11 feiticeiras, mais o próprio satanás, num total de 13 participantes, para rogar pragas sobre a humanidade. Da Escandinávia, a superstição espalhou-se por toda a Europa, reforçada pelo relato bíblico da Ultima Ceia, quando havia 13 pessoas à mesa, na véspera da crucificação de Cristo – que aconteceu numa sexta-feira. No Antigo Testamento judaico, inclusive, a sexta-feira já era um dia problemático desde os primeiros seres humanos. Eva teria oferecido a maça a Adão numa sexta-feira e o grande dilúvio teria começado no mesmo dia da semana.
  • Como surgiu o costume de bater na madeira para afugentar o azar?  
        A versão original consistia em bater no tronco de uma arvore e sua origem mais provável pode estar no fato de os raios caírem freqüentemente sobre as árvores. Os povos antigos – desde os egípcios até os índios do continente americano – teriam interpretado este fato como sinal de que tais plantas seriam as moradoras terrestre dos deuses. Assim, toda vez que sentiam culpados por alguma coisa, batiam no tronco com os nós dos dedos para chamar as divindades e pedir perdão. “A s árvores são sagradas em todas as culturas e religiões: um símbolo universal do elemento de ligação entre o céu e a terra”, diz Maria Ângela de Almeida, teóloga da Pontífice Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Os celtas também eram adeptos desse costume: seus sacerdotes, os druidas, batiam na madeira para afugentar os maus espíritos, acreditando que as árvores consumiam os demônios e os mandavam de volta à terra. Já na Roma antiga, batia-se na madeira da mesa, peça de mobília também considerada sagrada, para invocar as divindades protetoras do lar e da família.
  • Por que o gato preto é considerado mau agouro?
        A superstição teve origem na Idade Média, quando se acreditava que os felinos, devido a seus hábitos noturnos, tinham parte com o demônio – e se o bichano era da cor negra, habitualmente associada às trevas, pior ainda para ele. Assim, no imaginário medieval, o gato preto tornou-se tão inseparável da mística figura da feiticeira quanto a vassoura voadora. No século XV, o papa Inocêncio VIII (1432-1492) chegou a incluir o pequeno animal na lista de perseguidos pela inquisição, “campanha assassina da Igreja Católica contra supostas heresias e bruxarias”. A perseguição atingiu seu auge na Inglaterra do século XVI, época de repentino aumento da população felina nas cidades. Consta que, em certa noite de 1560, em Lincolnshire, um gato preto foi ferido a pedradas. Encurralado, ele refugiou-se na casa de uma velhinha que costumava a dar abrigos a gatos de rua. No dia seguinte, essa pessoa também apareceu machucada – o que fez o povo local concluir que ela era uma bruxa e o gato, seu disfarce noturno. Nessa tentativa de combater o paganismo, a Inquisição inverteu uma tradição milenar, pois os gatos eram reverenciados como divindades, principalmente entre os antigos egípcios. Na França, a perseguição aos gatos durou até 1630, quando foi proibida pelo rei Luiz XIII (1601-1643). Há, no entanto, uma pesquisa do hospital de Long Island, nos Estados Unidos, que indica que, pelo menos para pessoas alérgicas, um contato com um gato preto pode ter péssimos efeitos. Isso porque os pêlos felinos dessa cor conteriam uma maior quantidade de substancias alérgicas.
  • Por que a ferradura é símbolo de boa sorte?  
        Há registros de que esse objeto já era considerado um amuleto poderoso desde a Grécia antiga. Primeiro, porque era feito de barro, elemento que os gregos acreditavam proteger contra todo mal. Além disso, seu formato lembrava a lua crescente, símbolo de fertilidade e prosperidade. Os romanos, herdeiros de boa parte das tradições gregas, adotaram também esta superstição e a passaram adiante. Os cristãos europeus, por sua vez, creditam sua origem a São Dunstan de Canterbury (924-988), monge e arcebispo inglês conhecido como grande estudioso da metalurgia, tendo aperfeiçoado as tecnicas de fabricação de sinos – além de ser músico e pintor. Segundo a lenda, Dunstan teria colocado ferradura no próprio demônio e somente as tirou depois de ouvir as promessas do capeta de que nunca mais se aproximaria do objeto. A tradição manda colocar ferradura no alto da porta, com as pontas viradas para cima, se não a sorte vai embora. Mas há países, como a Espanha, em que acredita-se que a ferradura deve apontar para baixo, para que a sorte se espalhe por toda a casa.
  • Quebrar espelho traz azar?
        Outra superstição bem conhecida diz que se alguém quebrar um espelho vai ter 7 anos de azar. Esta crença remonta a milhares de anos, quando se acreditava que a imagem de uma pessoa, seja numa pintura ou um reflexo, era parte dela e qualquer coisa que acontecesse com a imagem, sucederia a ela.
  • Porque deseja-se “saúde” quando se espirra?
        Quando se espirra diz-se “gesundheith” – que em alemão quer dizer “boa saúde para você” ou, como dizemos, “Deus te abençoe”. Porque não oferecemos uma oração a quem tosse, só a quem espirra? Esta crença também é muito antiga, quando se acreditava que o espírito do indivíduo morava em sua cabeça, e um bom espirro poderia faze-lo ir embora. A idéia corrente era que os espíritos maus andam rodeando, tentando entrar na cabeça da pessoa, e seus amigos deveriam dizer uma prece para manter os espíritos maus longe.
         Daniel Cohen também dá outra ilustração sobre a antiga crença de que os espíritos poderiam sair do corpo: “Quando se espirra, deve-se cobrir o nariz com um lenço. É uma questão de bom senso porque o espirro espalha germes. Mas por que razão cobre-se a boca com um lenço quando se boceja? Não fazer isso é considerado grosseiro, embora o bocejar espalhe poucos ou nenhum germe. Este hábito também começou a milhares de anos, quando o homem tinha medo que seu espírito poderia escapar pela boca aberta ou que algum espírito mau pudesse entrar. Assim tapava a boca com a mão. Em nossa época esta crença antiga mudou. Há pais que dizem aos filhos para cobrir a boca ao bocejar, senão pode entrar um mosquito.

Liberte-se

         O povo Brasileiro precisa urgentemente ser liberto das crendices que assolam a sua vida espiritual. A única pessoa que leva vantagem em tudo isto é o inimigo de nossas almas: o diabo, nosso adversário. A Bíblia diz que ele cegou o entendimento dos incrédulos (II Co. 4:4). Por outro lado, Jesus, veio para nos libertar das crendices e superstições. O diabo prende as pessoas debaixo do medo desses espíritos, mas a Bíblia nos diz que o Filho de Deus se manifestou para destruir as obras do diabo (I Jo. 3:8). O único poder que pode libertar verdadeiramente o ser humano é a verdade através do evangelho de Cristo, pois ele mesmo disse: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (Jo. 8:32). Você não precisa viver mais dependendo de rezas, encantamentos, amuletos, plantas, rogos ou qualquer espécie de artifício para afugentar o mal. Não precisa ir mais na benzedeira para “trancar o corpo” ou coisa parecida, tão somente deixe Jesus entrar em seu coração e você verá que nada disso atinge um verdadeiro servo de Deus, um cristão de verdade. A Bíblia chega mesmo a dizer que

Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive pecando; antes o guarda aquele que nasceu de Deus, e o Maligno não lhe toca.” ( I Jo. 5:18).


terça-feira, 24 de maio de 2011

Aceitação da Palavra de Deus

ACEITAÇÃO, A PALAVRA DE DEUS SOBRE
 O tapete vermelho está estendido e a porta está escancarada. O convidado atravessa a soleira e entra na sua vida. Aquela pessoa é aceita na sua presença porque é aceitável. A amada é aceita porque é da família. Um estranho pode ser aceito por ser amigo de um que já é aceitável. Aceitar outra pessoa é permitir que invada nosso espaço. Amizade é aceitação em nível mais profundo, onde a pessoa passa a valer muito. O casamento é a aceitação de uma pessoa numa intimidade profunda e única. A essência de um relacionamento é a aceitação. Sem ela, somos rejeitados e solitários. Com ela podemos viver com gozo num caleidoscópio de amizades, amor, casamento e vínculos familiares. Em nossas vidas passam a entrar não só pessoas, mas seus dons, atos de gentileza e expressões carinhosas. Mas a Bíblia nos diz que devemos aceitar os excluídos do mundo, os pobres, sem-teto, aleijados, velhos, prisioneiros, viciados.
O QUE DEVO FAZER PARA MERECER SER ACEITO POR DEUS?
Romanos 3:27 Onde, pois, a jactância? Foi de todo excluída. Por que lei? Das obras? Não, pelo contrário, pela lei da fé.
Colossenses 2:6 Ora, como recebestes Cristo Jesus, O senhor, assim andai nele.
Nada podemos fazer para merecer a aceitação de Deus. Mas ela está disponível, de graça, para você e para todos. Basta crer que seu Filho, Jesus Cristo, morreu por nossos pecados para que fôssemos livres para gozar da vida eterna com ele. Quando aceitamos seu perdão e deixamos que seja Senhor de nossa vida, ele nos aceita completamente na sua presença.É simples.
COMO PODEMOS APRENDER A ACEITAR OS QUE SÃO DIFERENTES DE NÓS?
Mateus 9:11-12  Ora,vendo isto,os fariseus perguntavam aos discípulos.Por que o vosso Mestre come com os publicanos e pecadores? Mas Jesus, ouvindo, disse: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes.Ide,porém,e aprendei o que significa:misericórdia quero e não sacrifício.
Aceitar os outros requer de nós uma nova perspectiva.
E SE UMA PESSOA COMETEU UM PECADO HORRíVEL? DEVEMOS ACEITÁ-LA ASSIM MESMO?
Romanos 8:38-39Porque eu estou bem certo de que nem a morte,nem a vida,nem os anjos ,nem principados,nem as coisas do presente,nem do porvir,nem os poderes,nem a altura,nem a profundidade,nem qualqer outra criatura poderá seperar-nos do amor de Deus,que está em Cristo Jesus,nosso senhor.
Devemos amar aos outros da mesma forma. Isto não quer dizer que concordamos com suas ações pecaminosas, mas que os amamos e aceitamos como criaturas únicas e especiais de Deus.
EXISTEM OCASIÕES EM QUE NÃO DEVEMOS ACEITAR?
2 Crônicas 34:3-7 Providenciou para que os altares de Baal, e de seu incenso, fossem derrubados. Não devemos aceitar ou tolerar o pecado em nossas vidas. O pecado é nosso inimigo, que busca nos destruir. Se aceitarmos a convivência com um pecado, ele se espalhará como um tumor maligno, e afetará nossas ações e pensamentos.
ACEITAR A CORRUPÇAO DE PESSOAS CORRUPTAS CERTAMENTE NOS CORROMPERÁ.
1 Samuel 8:3 Porém seus filhos não andaram pelos caminhos dele; antes, se inclinaram à avareza, e aceitaram subornos, e perverteram o direito. Aceitar práticas pecaminosas, seja nelas participando ou ignorando, dificulta que consigamos atingir o potencial que Deus nos deu.
QUAL DEVE SER MINHA ATITUDE PARA ACEITAR TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS DA VIDA?
1 Coríntios 7:17 Contudo,cada um prossiga vivendo na condição que o senhor lhe determinou,e em conformidade com o chamado de Deus.É isso que ordeno em todas as igrejas!Ande cada um conforme o Senhor lhe tem distribuído, cada um conforme Deus o tem chamado..
Jó 2:10 Mas ele lhe respondeu: falas como qulquer doida;temos recebido o bem de Deus, não receberíamos também o mal?Em tudo isso não pecou Jô com os seus lábios.
Eclesiastes 5:19Quanto ao homem a quem Deus conferiu riquezas e bens e lhe deu poder para deles comer,e receber a sua porção, e gozar do seu trabalho, isto é Dom de Deus.
Lucas 1:38 Então disse Maria: Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim segundo a tua palavra!Em seguida o anjo partiu.
Hebreus 10:34Porque não somente vos compadecestes dos encarcerados, como também aceitastes com alegria o espólio de vossos bens, tendo ciência de possuirdes vós mesmos patrimônio superior e durável.
Aceitar nossas circunstâncias não significa que devemos gostar delas. Mas, se mantivermos a perspectiva eterna, podemos crescer nelas e entender que as circunstâncias adversas não nos seguirão para o céu.
O QUE ME FAZ ACEITÁVEL PARA DEUS?
Romanos 3:30 visto que Deus é um só, o qual justificará, por fé, o circunciso e, mediante a fé, o incircunciso.
Gálatas 2:16 Sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim, mediante a fé em Cristo Jesus, também temos crido em Cristo Jesus para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado.
Nosso pecado nos separa do Deus santo e perfeito. Mas a fé em Jesus remove nosso pecado e nos torna santos e aceitáveis na presença de Deus..
COMO POSSO ACEITAR AOS OUTROS, PRINCIPALMENTE AQUELES DE QUEM NÃO GOSTO?
 Romanos 14: 1,3 Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões.Quem come não despreze o que não come; e o que não come não julgue o que come, porque Deus o acolheu.
Romanos 15:7 Portanto, acolhei-vos uns aos outros, como também Cristo nos acolheu para a glória de Deus. Julgar outros deve ser entregue a Deus. É ele que estabelece o padrão para aceitarmos outros.
PROMESSA DE DEUS
Romanos 15:7 Portanto, acolhei-vos uns aos outros, como também Cristo nos acolheu para a glória de Deus.

Marcelo Nascimento

Abandono a Palavra de Deus

ABANDONO,
A       PALAVRA DE DEUS SOBRE;
Um dos conceitos mais terríveis na nossa vida é o término definitivo de um relacionamento muito estimado. Quer que o chamemos de abandono, renúncia, desistência ou divórcio, a situação retrata uma linha desenhada no relacionamento - uma linha divisória que rapidamente se transforma num fosso profundo entre duas pessoas, distanciando-as uma da outra. E uma das conseqüências de ser abandonado é que ameaça nosso sentimento de auto-estima. "Eu não valia nada, de forma que fui abandonado/a. Havia algo errado em mim, de forma que ninguém me queria." É muito confortador saber que Deus jamais abandona aquele que o ama.                                                                                           
SERÁ QUE DEUS ME ABANDONARÁ EM TEMPOS DIFÍCEIS?                                                                                                               Salmos 9:10 É em ti, pois, confiam os que conhecem o teu nome, porque tu, Senhor, não desamparas os que te buscam.
Salmo 27:10 É Porque se meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá.
João 14:16 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja sempre convosco.
2 Coríntios 4:9 É perseguídos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos. Um Deus que busca e uma pessoa que busca acabam por se encontrar. Deus jamais abandonará àquele que o busca.                                                                                                       MESMO QUE TODOS O ABANDONEM, DEUS JAMAIS O ABANDONARÁ  
Gênesis37:28 É e passando os mercadores mídianitas, os irmãos de José o alçaram e o tiraram da cisterna e o venderam por vinte siclos de prata, aos ismaelitas; estes levaram José ao Egito.
Gênesis 39:3 É o senhor era com ele, e que tudo o que ele fazia o Senhor prosperava em suas mãos.
Às vezes sentimos que todos estão contra nós, mas Deus sempre está por nós por que seu amor por nós é profundo e duradouro.                                                                               DEUS JAMAIS ABANDONARÁ O SEU POVO
1 Samuel 12:22 É pois o Senhor, por causa do seu grande nome, não desamparará o seu povo escolhido.
Deus jamais deixará aqueles que nele confiam e que o amam. Quando você se sentir abandonado, não desista de Deus.
 NOSSO SOFRIMENTO NÃO SIGNIFICA QUE DEUS NOS ABANDONOU
Deus tem compaixão e uma recompensa eterna para os que sofrem.
1 Pedro 5:10 É depois de terdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar, e fundamentar.                                                                                             ABANDONAR DEUS PROPOSITAL E COMPLETAMENTE É A ÚNICA MANEIRA DE CONSEGUIR QUE DEUS O ABANDONE                                                                                    1 Samuel 16:14 É tendo-se retirado de Saul o Espírito do senhor,da parte deste um espírito maligno o atormentava.
A única vez que Deus abandona alguém é quando esta pessoa o abandona em primeiro lugar, proposital e continuamente.
EXISTEM COISAS QUE DEVEMOS ABANDONAR PARA QUE TENHAMOS MAIOR COMUNHÃO COM DEUS
Filipenses 3:8-10 Mais do que isso,compreendo que tudo é uma completa perda,quando comparado á superioridade do valor do conhecimento de Cristo Jesus ,meu senhor,por quem decidi perder esses valores,os quais considero como esterco,a fim de ganhar Cristo,e ser encontrado nele,não tendo por minha a justiça que procede  da lei,mas sim a que é outorgada por Deus mediante a fé.para conhecer Cristo,e o poder da sua ressurreição,e a participação nos seus sofrimentos,identíficando-me com ele na sua morte.
Abandonar as coisas que nos separam de Deus é a melhor forma de garantir que não abandonaremos a Deus. Agarrar-nos a distrações pecaminosas colocam em risco nossa caminhada com Deus.                                                                          DEVEMOS, NESTES DIAS TOLERANTES, ABANDONAR CERTAS COISAS?
Jó: 28:28 É e disse ao homem: Eis que o temor de Deus é sabedoria, e o apartar-se do mal é o entendimento. Efésios 4:31 É longe de vós toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda a malícia. 1 Pedro 2:1 É despojando-vos, pois, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências.
O pecado persistente nos leva a abandonar Deus. A virtude persistente nos leva a abandonar o pecado.
PROMESSAS DE DEUS
Hebreus 13:5 Seja a vossa vida desprovidade avareza.Alegrai-vos com tudo o que possuis;porque ele mesmo declarou:por motivo algum te abandonarei,nunca jamais te desampararei.

Marcelo Nascimento

domingo, 15 de maio de 2011

O medo e a ansiedade bloqueiam seu caminho vitorioso

O QUE IMPEDE AS CONQUISTAS

Porque a Vitória está Demorando.

INTRODUÇÃO

O pecado do medo e da ansiedade


O medo, preocupações e ansiedade ainda tem dominado muitos na igreja do Senhor Jesus. Nós vemos pessoas se descabelando e angustiadas com preocupações e ansiedades, vidas em completo desespero, pessoas desanimadas e ainda muita falta de esperança no futuro. É lógico que também existem pessoas vivendo em outra realidade, com a vida sem preocupações, sem medo e até parecem pessoas que não possuem bom senso ou senso de observação da realidade, para se dar conta dos problemas e lutas contra os poderes dos ares. Parecem doidos.
Podemos dizer que realmente quem deixa de ter medo, preocupações e ansiedades deixando de carregar fardos, são loucos.
Quero dizer que no momento que aprendi sobre isso me tornei também um louco, e posso dizer que tenho o carimbo da loucura em mim.
1º aos Coríntios 1.21,25,27 “Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação”.
25- “Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens”.
27- “Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes”.

Ninguém pode se gloriar, por isso Deus age no sobrenatural.
A pessoa que eu entreguei o meu fardo, já levou sobre si os fardos de todas as pessoas, Ele não vai se preparar para isso, Ele não vai marcar um horário para realizar a coleta dos fardos, o que Ele tinha que fazer já foi feito, nós é que temos que lhe entregar estes fardos e não nos preocupar mais com eles.

1º Pedro 5.7 “Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós”.



CAPÍTULO 1
O medo

Não quero comentar sobre o medo que chamamos de precaução, medo de altura, de passar por cima de uma ponde de madeira velha, de passar a beira de um precipício sem a segurança de um terreno firme. Esse medo natural do ser humano de precaução que é para a sobrevivência do ser, pode ser dominado pelo mover sobrenatural de Deus.
Se Deus me disser que posso passar pela ponte de madeira velha que ela não vai cair, eu passarei, porque pela fé que tenho no que Deus garante, sei que ela não vai cair.
Vamos meditar sobre medo de viver, de lutar, de ser feliz, de dar passos de fé, do medo que impede a ousadia e de ser valente.

Em 2ª carta a Timóteo 1.7 sabemos: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor e de moderação”.

O medo é considerado um espírito, e nós que nascemos de novo não recebemos esse espírito. O espírito de temor deixou de dominar ou ter acesso em nossas vidas, foi bloqueado pela proteção de Deus, no momento que recebemos Jesus, mais que imediatamente houve um transportar, saímos do reino das trevas, e fomos transportados para o reino do Filho do seu amor. Se não dermos lugar ao diabo, ele não pode nos alcançar com o medo. Não podemos viver uma vida com medo de darmos passos, medo da vida, medo da violência, se render as incertezas, ter as ações controladas pela falta de confiança.

O medo pode até ser excessivo, causando fobias passivas de tratamento com remédios, psicólogos e trabalho de libertação.
No meio evangélico, podemos considerar este medo ser falta de fé. Originou no momento que a pessoa ficou apreensiva, tomando sobre si mesma toda a ansiedade e o medo de não dar certo. O medo que as pessoas tem de confiar seus desejos, suas vontades e suas necessidades na mão de Deus causam prejuízos enormes para sua vida material, natural e espiritual prejudicando o mover sobrenatural.

Vamos saber mais deste assunto falando de Jó.

Muita gente acusa Deus de ter sido injusto com Jó, dizem que o que Deus fez, na vida de Jó, foi maldade. Se olharmos como esses crentes olham para esta estória, poderíamos até pensarmos assim também. Mas se estudarmos o assunto vemos que Deus foi abençoador o tempo todo.
Sabemos que este é um livro poético, um livro que o poeta usou de seu dom, de sua habilidade de criar e desenvolveu um texto espetacular, mas cheio de criatividade e coisas impossíveis de ter acontecido.
Não foi Deus quem destruiu tudo de Jó.
No livro lemos que o diabo, foi até a presença de Deus, depois de andar pelo mundo e observar os homens. Andar pelo mundo e observar os homens, o diabo poderia porque ele tem legalidade para isso, quando enganou Adão, recebeu dele o domínio que Deus tinha dado a Adão, a Bíblia diz que ele é o rei desse mundo. Deus começou a exibir Jó e esnobar a fidelidade de Jó e o diabo conversou com Deus pessoalmente dizendo que Jó só era fiel por ser possuidor de bênçãos. Coitado do diabo de entrar na presença de Deus, não tem como estar na presença de Deus em reunião, com a presença dos anjos de Deus; anjo caído no mesmo lugar de anjo celestial; ele não consegue nem estar próximo, ele não tem legalidade para estar na presença de Deus.
Um amigo me perguntou: se o diabo não pode ficar na presença de Deus como ele tentou Jesus no deserto? Simples amados, Jesus era o invasor, ele estava no terreno do inimigo, Jesus estava na terra que o diabo é rei, Jesus não estava no céu com Deus e seus anjos, estava no mundo que está sob o domínio de satanás. Jesus não desmentiu o diabo quando ele lhe ofereceu todos os reinos da Terra se Jesus o adorasse. Se o domínio de satanás não fosse legítimo Jesus o teria repreendido.
A bíblia diz que diabo depois de ser expulso de um corpo ele vai para um lugar deserto para descansar. O diabo quando sente o poder de Deus ele é machucado, perde suas forças e fica cansado e tem que ficar um tempo recuperando suas forças para depois retornar com o reforço de mais sete.
Na verdade o escritor chamava a atenção do leitor que, o diabo é nosso acusador, que ele está a todo momento, como diz a Palavra de Deus em outro local, como um leão bramando ao nosso derredor e hoje ele acusa a nós mesmos que somos a morada de Deus e somos templo do Espírito Santo. Tentando nos confundir com acusações falsas, antigas, como se Deus não tivesse dito, “dos seus pecados não me lembro mais”, e como Jesus não tivesse se tornado pecado por nós, para que fossemos feitos justiça de Deus. II Coríntios 5.21

Pareceu que Jó era um homem perfeito, mas não era. Na minha bíblia tem um mandamento simples e poderoso que não lhe é dado o devido valor: “não deis lugar ao diabo”. Se foi nos pedido para não dermos lugar a ele é porque ele não tem lugar em nossas vidas para ele. O diabo não pode nos tocar a seu bel prazer, ele tem que achar brecha para isso, e todo o tempo ele fica nos observando, fica nos tentando, dando sugestões nos pensamentos que pode influenciar nossas ações.
Mas nossas mentes estão cativas a Palavra de Deus e o diabo não tem acesso no nosso viver. Amém.
O inimigo quer nos vencer dando sugestões em nossas mentes, porque no corpo do crente forte, que não dá lugar, ele não pode tocar, muito menos possuir.
Assim como fez com Eva, sugerindo que desobedecesse a Deus, o diabo, prova á fé, a fidelidade, o amor e a honestidade dos crentes, faz de tudo para o cristão cair, colocando tentações e sugerindo a prática do mal. O crente recebe sugestões de satanás na mente, a carne tem suas fraquezas, vontades e desejos; o espírito renovado dentro do homem sugere santidade, adoração, respeito a Deus e busca de poder de Deus; portanto condena a prática do pecado, a alma tem suas vontades, por meio dos sentidos e emoções, tudo isso quando se choca, ativa uma batalha na mente, mas a alma vai se inclinar para o lado que estiver mais em evidência; o lado espiritual, onde Deus age, ou o lado da carne, que não é mais escrava do pecado; mas se não for controlada, acaba pecando. Do resultado dessas batalhas, é que determinam as nossas ações, ações de santidade ou de pecado.
Podemos vencer esta batalha, só precisamos renovar nossas mentes e deixarmos sempre que o Espirito Santo conduza nossas vidas, praticando o que o Apostolo Paulo ensinou pela carta aos Filipenses no capítulo 4 e verso 8:
Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”.


Jó deu lugar ao diabo, ele mesmo nos informou isso quando disse: “Porque o que eu temia me veio; e o que receava me aconteceu”.
Jó 3.25


Jó estava em constante medo de perder suas riquezas, ter problemas com a família, com seus negócios e de ficar doente. Jó não depositou total confiança em Deus para cuidar de suas coisas, não tinha fé suficiente para se tranquilizar e descansar em Deus. Jó não colocou Deus como sua fortaleza, seu escudo e socorro bem presente, como Davi o considerava. A fé é a melhor forma de agradar a Deus, não adianta orarmos se não tivermos fé, será em vão, tão pouco louvar a Deus se não for em espírito e em verdade, com fé em Deus, porque sem fé é impossível agradar a Deus.
O medo se instala onde a fé não preenche, onde há espaço para dúvidas e ansiedades, onde a confiança no Deus que cuida é parcial.
O medo é o contrário de Fé. A fé que é a certeza e a convicção e não pode ser abalada quando ela é autentica.
A fé vem pelo ouvir e ouvir a Palavra de Deus, e quando nós a ouvimos passamos a conhecer a Deus e sabemos que nele podemos confiar; mas Jó não conhecia Deus muito bem, foi ele mesmo quem disse: “Quem é aquele, dizes tu, que sem conhecimento encobre conselho? Por isso falei do que não entendia; cousas que para mim eram maravilhosíssimas, e que eu não compreendia. Jó 42.3

Hoje temos que conhecer a Palavra de Deus por completo, que é luz para nosso caminho. Viver uma vida de busca da sabedoria de Deus e conhecimento da Palavra para podermos combater quando o inimigo nos atacar com medos e ansiedades. Jesus quando foi tentado no deserto Ele combateu usando a Palavra, sempre respondendo: “Está escrito...”.

Deus, desde o começo, abençoou Jó, quando seu sofrimento começou Jó era rico, perdeu tudo, mas Deus não deixou que sua vida fosse tirada, o diabo não podia tocar em sua vida, o sofrimento de Jó durou; segundo os historiadores, aproximadamente 09 meses; por outro lado ele viveu mais 140 anos na prosperidade de Deus e ainda manteve sua esposa, que duvidou da providência de Deus, viva, para que pudesse ver Jó recuperando sua saúde e recebendo o dobro de tudo que possuía antes. Jó obteve sua vitória quando se arrependeu e passou a buscar conhecimento da Palavra do Deus Forte, Deus da provisão.
Jó 42.4-6 “Escuta-me, pois, e eu falarei, eu te perguntarei, e tu ensina-me.
5- com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem os meus olhos.
6- Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza”.


Das estórias que conhecemos dos grandes homens da bíblia, sempre foram destacados os atos de coragem: Abraão quando deixou sua parentela; quando separou de seu sobrinho e deixou que ele escolhesse suas terras primeiro; Josué com seus 300 homens para lutar contra milhares; Elias sozinho contra todos os profetas pagãos; Davi contra o leão e contra Golias; Pedro quando andou sobre as águas; Jesus diante da cruz; Paulo voltando a entrar na cidade depois de ser apedrejado; Lutero diante da Igreja de Roma e muitos outros atos de coragem que foi registrado na bíblia, e os que também não foram registrados mas que conhecemos, episódios que aconteceram antes e depois do nascimento de Jesus, e grandes ousadias do povo de Deus que está acontecendo em nossos dias.
Estes atos de coragem foram exercidos completamente alicerçado na fé, na confiança que Deus os protegeria e os abençoaria, portanto, todos tiveram ou vão ter sua recompensa, o galardão merecido.

A fé remove montanhas, mas temos que dizer para elas para que saiam de onde estão. Jesus disse em Marcos “Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a esta monte[situação]: ergue-te e lança-te no mar; e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito”.


com o coração se crê, com a boca se confessa”

Está bem claro que nós temos que declarar para que aconteça algo. No evangelho segundo Marcos 11.23 lemos temos que temos dizer as montanhas que se lancem no mar, declarar com fé, crer que irá acontecer, sem medo de dar errado. No versículo citado lemos por três vezes o verbo “dizer”, frisando bem temos que ordenar que as montanhas de problemas saiam, basta darmos ordem e os problemas tem que sair ou ser lançados no mar. Uma pessoa com medo não dá ordem, ela timidamente pede ou até implora, por isso que não podemos ser tímidos(falta de coragem), não pode nos faltar coragem porque com certeza a vitória já é nossa, é só crer e declarar que irá acontecer.


A timidez é um problema na vida do crente, muitas pessoas vivem aquém do que Deus conquistou para elas, por não ter coragem de determinar que o diabo pegue tudo que é dele e saia da sua vida, da vida da sua família e dos seus filhos. Qualquer montanha tem que ser encarada com coragem, sem medo. Porque se existe medo, falta fé, mas uma fé verdadeira ativa o poder que veio por meio da autoridade delegada por Cristo quando disse: “todo o poder me foi dado na terra e no céu, portanto ide...” e quando disse: “ eu lhes dou poder para pisar serpente e escorpiões...”
A autoridade em Cristo que recebemos por herança.


Somos mais que vencedores em Cristo Jesus, quando lemos essa declaração, sabemos que não existe nela nem um vestígio de medo. Porque existe a garantia do nome de Jesus, o nome que está acima de todos os nomes e que não falha. Se o nome de Jesus pudesse falhar, Jesus teria morrido em vão, porque a vitória não teria sido plena, Ele teria sofrido com humilhações e dores sem necessidade.
Mas quando ressuscitou, apresentou ao Pai seu sangue derramado como de um cordeiro, que perdoou o pecado do mundo e obteve a vitória sobre o diabo, o inferno e contra a morte. Sua vitória nos garante que os montes se lancem no mar quando dissermos para eles, com fé, se lançarem, em nome de Jesus.
O medo não pode mais nos dominar, porque Cristo já nos domina, somos exclusivos dEle, o preço que Ele pagou para cuidar de nós já foi pago e não foi parcelado e sim de uma vez e para sempre. Ele cuida de nós com amor, dedicação e com zelo para que a sua família, que fazemos parte, não seja uma família desestruturada, uma família sem o cabeça, sem carinho e sem segurança.

Estamos seguros por isso não precisamos ter medo, “podemos ir a casa da vovosinha e caçar borboleta pela floresta”.
Ouvi esta bela frase do Pastor Manasses Guerra, do ministério Verbo da Vida, e professor do RHEMA Brasil, que figura e ilustra muito bem a segurança que temos em Jesus.

CAPÍTULO 2
A Ansiedade
A Ansiedade é definida no dicionário de Sérgio Ximenes como: Penoso sentimento de insegurança gerado por perigo indefinido.
Ansiar: causar ânsia a; angustiar.

Penoso sentimento...; que absurdo termos ansiedade na igreja de Cristo, entre o povo de Deus.
Tenho conhecimento que vários crentes, e não são poucos, que sofrem de ansiedade, tomam remédios e fazem tratamento para se curar dessa derrota.
Buscam na medicina uma cura para sua falta de segurança que foi gerada por falta de fé, e o mais triste, é que não é por falta de fé na vida e sim em Deus que é a favor delas.
Quantas pessoas usam remédios controlados para conseguirem se interagir na sociedade. Existem muitos crentes nessa condição, com uma vida difícil, porque apenas aceitam o fato de estarem doentes, não lutam contra os males, não buscam nem a cura por acharem que é a vontade de Deus e que Deus está tratando com elas ou Deus que está provando sua fé. Deus, como sabemos, não prova nossa fé, (Tiago 1:13-) ou nos trata mal por coisa alguma, Deus é uniciente e onipresente e onipotente, Ele já sabe o resultado e Ele já nos conhece no íntimo do coração e sua Palavra consegue separar juntas e medulas, ele sabe do que somos capazes, Ele já sabe nossas fraquezas, Ele não faz acepção de pessoas, todos que usarem o nome de Jesus, será atendido. O nosso inimigo é que não sabe do que somos capazes; temos que mostrar para ele que somos mais que vencedores em todas as coisas e temos autoridade sobre suas doenças e suas mentiras. Não podemos ficar estacionados esperando algo acontecer, não podemos deixar o inimigo fazer o que quiser conosco, como se nossa vida não fosse dominada pela segurança e pela graça do poderoso Deus.
A simplicidade da Palavra de Deus nos surpreende, por ser tão simples, que os crentes tem dificuldade de compreensão. Aprendemos nos primeiros dias de crentes ou ainda antes de ser, que, Jesus Salva , Cura, Batiza e Liberta.
E a verdade voz libertará. Quem nunca ainda ouviu esta afirmação?
Muitos crentes não consegue entender o poder por traz destas verdades tão simples.
Somos filhos de um Deus que nos fortalece e cuida de nós.

Lucas 12.22,23
E disse aos discípulos: portanto vos digo: Não estejais apreensivos por vossa vida, sobre o que comereis, nem pelo corpo, sobre o que vestires”
23- Mais é a vida do que o sustento, e o corpo mais do que o vestido”.


Ansiedade como doença

Podemos ir por duas vertentes para tratar do assunto sobre a ansiedade: a primeira trataremos a ansiedade como doença, e depois como uma emoção, um sentimento que originou-se da falta de fé, trazendo medo e angústia.


Para se tratar uma doença temos que fazer um tratamento, providenciar prescrição do médico seguir as orientações e tomar os remédios na hora certa e durante o tempo que for necessário.
É muito fácil, mas se Deus lhe desse autoridade para ordenar a doença que desapareça, saia ou seque para nunca mais voltar, não seria melhor? Pois bem, Ele já fez isso.
Um filho de Deus vive a plenitude do reino e, mais que ser curados, podemos ter saúde.
Mais importante do que sermos curados é termos saúde, o plano de Deus é esse, sempre andarmos com saúde, porque Jesus levou sobre si todas as nossas enfermidades, nossas dores e todas as doenças que carregávamos com a velha natureza. Não temos mais essa velha natureza, e se somos nascidos de novo, as enfermidades não tem direito ou legalidade alguma de estar em um corpo de alguém que nasceu de novo.

Isaías 53: 4-5 “Verdadeiramente Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre Si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.[pensava-se que Ele estava sendo castigado por Deus pelo seus próprios pecados; a verdade porem é esta: Ele foi ferido por causa dos nossos pecados e teve o corpo maltratado por causa de nossas desobediência.]
5- Mas Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades: o castigo que nos trás a paz estava sobre Ele, e pela suas pisaduras fomos sarados[curados].

Pelas suas pisaduras fomos sarados” então já estamos curados, não seremos curados no futuro e sim, fomos curados, no tempo passado. Por quem fomos sarados? Por Jesus, a cura é um dos troféus conquistados por Cristo na ressurreição. Isso já me pertence!
Os versículos citados acima foram escritos muito antes do calvário de Cristo, uma citação da vinda de Cristo, trata-se de uma profecia voltada para o futuro. Isaías proclamou a morte e a ressurreição de Jesus, Isaías sabia que não era para o tempo dele, mas que ia acontecer. Glória à Deus, aconteceu.
Note que Pedro disse a mesma coisa, relembrando a cruz. Já havia acontecido o calvário, era um fato ocorrido:

1 Pedro 2.24 “Levando Ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados”.

Existe uma condição para sermos contemplados ou alcançados por esta bênção ou qualquer outra: estarmos mortos para os pecados. Muito simples para os que nasceram de novo obtendo a natureza de Deus, que vem pela herança em Cristo; vive na renovação da mente e na justificação de Cristo.
Depois de mortos para os pecados e vivos para a justiça, a única medida que devemos adotar é crer na Palavra de Deus e tomar posse da cura que Jesus já obteve com a vitória na cruz. Temos que tomar posse de todas as bênçãos espirituais, para estarmos na plenitude de Deus e na totalidade da herança em Cristo.

Muitas pessoas acham que Deus criou o mal e satanás; mas eu te digo que quem Deus criou, foi Lúcifer. Este nome significa anjo de luz, um anjo que era importante para o reino de Deus, mas o próprio Lúcifer criou satanás, com sua atitude errada contra Deus que motivou sua queda sendo expulso da presença de Deus.
No céu não tem doenças, em Deus não herdamos doenças, Deus não criou doenças, pois Deus só faz coisas perfeitas, Jesus não trouxe alguma doença que Ele tinha levado na cruz para nós. Então de onde vêm ás doenças? Vem do rei desse mundo, vem da natureza má e destruidora de satanás. Herdamos essas doenças, pois estivemos no mundo, no reino das trevas, mas fomos transportados desse reino para o reino do filho de Deus. Portanto mal nenhum pode nos atingir agora que somos novas criaturas e não damos lugar ao diabo, porque nós temos toda a autoridade sobre o diabo e suas doenças. O escritor, direcionado pelo Espírito, disse: “não dê lugar ao diabo”. Nãomotivo, para que suas conquistas sejam tiradas de você.
O nome de Jesus tem poder e domínio sobre qualquer que seja a causa, também sobre todas as doenças da mente, passiva de tratamento psiquiátrico ou psicológico. Podemos contar com Cristo para tratamentos de traumas de infância. Podemos renovar nossa mente de forma que ao nascer de novo, tudo se apaga, tudo é esquecido. A alegria vinda de dentro para fora, sobressai as más lembranças, e tudo se faz novo, mesmo que leve um pouco de tempo para alguns casos.
2º aos Coríntios 5.17. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”.


A saúde é parte de todas as bênçãos espirituais com as quais já fomos abençoados em Cristo!
Não precisamos ficar implorando por uma coisa que já nos pertence, chorando e pedindo a Deus algo que Ele já nos deu. Como vamos pedir a Deus que nos cure, se Ele mesmo nos vê sem doenças?
É só darmos uma ordem em nome de Jesus e as doenças tem que sair, as enfermidades, são curadas, as dores tem acabar, a ansiedade e o medo, porque existe um domínio sobre as enfermidades, uma força maior, uma autoridade delegada a nós que nos permite eliminar, extinguir e banir de vez, todos os tipos de doenças.
Quem vive pela fé desconsidera o natural.

Você espera encontrar o Governador do seu Estado prendendo ladrões, trocando tiros com bandidos, com assobio na boca tentando controlar o trânsito ou multando infratores? Se você espera, sinto muito em te desapontar, mas isto não vai acontecer. O Governador assumiu sua cadeira e delegou isto para outras pessoas fazerem.
Em uma árvore encontramos os frutos nos galhos, nos ramos e não no tronco. Somos os ramos, estamos ligados no tronco e temos que produzir frutos, porque a virtude que corre no tronco é a mesma que corre nos ramos que somos nós, o Espírito Santo é nosso ajudador.
Portanto todos temos um ministério no reino de Deus; nós, é que temos que continuar as obras de Jesus, com a autoridade que já nos foi repassada. Portanto ide.


A ansiedade como Sentimento

“Sentimento de insegurança gerado por perigo não definido”.
Dizemos que somos filhos de Deus, que somos novas criaturas, que o diabo está debaixo dos nossos pés, que somos de Jesus e que o Senhor é nosso Pastor e nada nos faltará, é assim que temos que declarar. Mas se sabemos tudo isso, porque tem pessoas que acham que a Palavra de Deus é mentirosa? Tem pessoas que não acreditam nas promessas de Deus, não aceitam a vitória de Cristo na cruz, permanecendo na insegurança, insatisfeita pela redenção e liberdade que há na vida em Cristo.
Para ser um cristão bem sucedido, temos que saber quem somos em Cristo e sempre confessar dizendo: tudo que a Bíblia diz que eu sou, eu sou; tudo que a Bíblia diz que eu posso, eu posso e tudo que a Bíblia diz que eu tenho, eu tenho. Descubra na Palavra o que você é nEle, em Cristo, em quem e o que temos nEle e viva a realidade que é nossa agora, Jesus conquistou e recebemos a herança.
Crer é pensar de acordo com a Palavra de Deus, confessar, afirmar, testemunhar o que a Bíblia diz é o que conta, vencemos assim.

Não corremos perigo, é o Deus todo poderoso que nos garante, os sentimentos de insegurança são mentirosos e desnecessários.

1 João 4.4 “Filhinhos, sois de Deus e já tendes vencido, porque maior é o que está em vós do que está no mundo”.

Veja o que está escrito no livro de Isaías 41.10 “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te esforso e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça”.

Em Romanos 8.31 lemos: “que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós quem será contra nós?”.

Na Palavra de Deus lemos 366 vezes “não temas”. Se Deus que não pode mentir, disse para não temermos, porque temer? Que perigo pode ser maior que Deus, que é a nosso favor? Nenhum!

Jesus disse a Jairo, quando ele soube que sua filha havia morrido: Não temas, crê somente.

O Senhor garante o nosso bem, no texto citado de Isaías 41,10, Ele diz “eu sou contigo”.
Não é possível crer verdadeiramente e ainda estar inseguro, se Deus está em você e ainda temer. Se está inseguro e teme, é porque duvida de Deus.
Quando há pessoas se sentindo fraca, Deus diz: “Eu te fortalecerei”,
Quando há pessoas se sentindo desamparadas, Deus diz: “Eu te ampararei”
Há pessoas que está se esforçando para ser fiel e prosseguir na caminhada, e Deus diz a elas: “Eu te sustentarei”.

Não temas, eu sou contigo”. A nossa confissão é esta: Deus está comigo.

Se é maior o que está em vós do que o que está no mundo”,
I Jo 4.4b,
podemos dizer sem medo: Deus está em min agora.

Já ouvimos muitas vezes que Deus é o Deus do impossível. O possível nós mesmos fazemos, mas quando as nossas forças parecem ser insuficientes, o nosso Deus nos renova e nos garante a vitória.
Lucas 1.37 “Porque para Deus nada é impossível”.


Pastor Vagner Vieira

  Muitas pessoas ateias ou de varias religiões diferentes são bem sucedidas e todas elas tem algo em comum, e claro, não é religião, elas ac...